> Carnaval Israelense

> Empresa de jóias cria escola para integrar imigrantes

> Cantando a Paz de um abrigo de bomba israelense

> Grupo reúne adolescentes empreendedores de diversos setores sociais de Israel

> Gafanhotos viram iguaria em Israel

> Instituto Shoah de Direitos Humanos é lançado em São Paulo

> Israelenses mandam mensagens de paz a iranianos no Facebook

> Grupo israelense quer investir em Mato Grosso de olho na Copa 2014

>
Tel Aviv é o melhor destino para turismo gay

>
Aplicativo detecta fraude em cartões

>
Encontrada relíquia cristã de 1.400 anos

>
Call center israelense emprega só deficientes

>
Descoberto templo bizantino na cidade de Acre

>
Prêmio para vinhos israelenses

>
Empresário israelense monta parque industrial em Nazaré, maior cidade árabe de Israel


> Israel é o 22º melhor país para se viver, diz a Newsweek

> Israelenses e palestinos vão fabricar turbinas de energia eólica

>
Israel inaugura primeira faculdade de tecnologia ambiental

> Israelenses e jordanianos juntos para atuar em emergências

> Os desafios de um "beduíno verde" em Israel

> Bike e carrinho de bebê num só veículo

>
Empresa israelense de saneamento assina acordos com Sabesp e Caesb

> Patinetes elétricos israelenses são sensação no mundo

> Empresas israelenses combatem piratas

>
Energia do Trânsito

> Turismo cresce em Israel e atrai mais Brasileiros

> Multa canina

> Moto a gás

> Privada para gatos

>
Sem fronteiras

> Amigo cão

> Em Israel, cultura e gastronomia ajudam a unir árabes e judeus

> Novidade em Jerusalém: Lixeira solar

> Cosméticos inspirados na Bíblia

> Israel atrai turistas brasileiros

> Meio ambiente e paz no Oriente Médio

>
Excelência em reprodução em cativeiro protege animais de extinção

>
Imigrante Voador

>
O "Caminho de Abraão" pela paz

>
Cosméticos do Deserto

>
Um Zoológico Bíblico em Jerusalém

> Em Busca do Segundo Templo

>
Os negros e os judeus

>
Paris oferece torre Eiffel a Jerusalém

> Os Jardins Suspensos de Haifa - A cidade portuária de Israel - É o Lar da "OITAVA MARAVILHA DO MUNDO"

> Eilat: Praia e aventura ao lado do deserto

>
Programa Israelense ajuda a acabar com a pobreza no Ceará

> Shofar: som que toca a alma

> Heróis de Hollywood se unem contra as "forças do mal"

> Cartas para Deus: Correspondências endereçadas ao “Todo Poderoso” são depositadas no Muro das Lamentações

> Circo de Jerusalém une jovens judeus e árabes

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Carnaval Israelense
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Seguindo a tradição judaica da festa de Purim, que celebra o triunfo do povo judeu contra a ameaça de aniquilamento feita pelo tirano Haman, no antigo reino Persa, adultos e crianças saem às ruas de Israel fantasiados durante os festejos que duram uma semana.

A regra é vestir-se divertido. E os israelenses levam a criatividade e o humor muito a sério, fazendo com que suas criações não apenas divirtam familiares, amigos e colegas de trabalho, mas atingindo em cheio também a internet e suas mídias sociais.

Dentre as fantasias mais populares deste ano estavam as imitações do presidente Trump, de heróis e princesas, mas nenhuma foi tão compartilhada pelo mundo digital como a de Aviram Carmeli, um jovem de Tel Aviv que transformou o seu skate elétrico em uma réplica do Titanic e percorreu a cidade reproduzindo a épica cena do filme de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet. Confira a performance em:

https://www.youtube.com/watch?v=cKERBV-juCY

 

 

Empresa de jóias cria escola para integrar imigrantes
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A empresa Yvel é conhecida tanto pela criação de belas jóias em ouro e pérolas como por sua atuação social. A cada 10 funcionários da empresa, 9 são imigrantes recém chegados a Israel de cerca de duas dezenas de países ao redor do mundo. Eles foram selecionados, treinados e agora empregados pelos empresários Orna e Isaac Levy, que fundaram a Yvel Design em 1986. Inspirado por sua própria jornada como imigrante – Isaac nasceu na Argentina e imigrou para Israel em 1963 – eles sabiam que as diferenças culturais e as barreiras linguísticas seriam um grande desafio.

Em 2010, o casal Levy desenvolveu um programa de treinamento específico para os imigrantes destinado a renovar a vida das pessoas e proporcionar-lhes sentimento de dignidade e orgulho para si e suas famílias. Os alunos da escola aprendem todos os meandros do comércio de joias, incluindo a parte de design. E, uma vez que muitos dos alunos tinham pouca ou nenhuma educação formal em sua terra natal, a escola também ensina habilidades mais básicas, incluindo planejamento do orçamento domestico, hebraico, matemática e ajuda na adaptação do dia a dia em Israel.

 

 

Cantando a Paz de um abrigo de bomba israelense
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Moradora da cidade do Sul de Israel, Ashdod, a professora de Inglês e cantora Sara Merson gravou um reggae dentro um abrigo antiaéreo para mostrara ao mundo que é possível criar arte mesmo sob ataques de foguetes. "Esta é a realidade do que está acontecendo aqui. Em um mês, mais de 1.400 foguetes foram enviados a Israel do Hamas em Gaza. Mesmo após a "cessar-fogo", o Hamas continuou a lançar foguetes em nossa direção. Temos sorte por termos o sistema antimísseis Iron Dome para interceptar alguns deles, mas sem ele, esses foguetes iriam pousar em áreas civis densamente povoadas e muitos seriam mortos ", escreve ela em suas mídias sociais.

O clipe se tornou viral e foi visto por mais de 100 mil pessoas: http://www.youtube.com/watch?v=AxWcKDXxbpE

 

 

 

Grupo reúne adolescentes empreendedores de diversos setores sociais de Israel
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Um projeto criado há dez anos, o Middle East Education through Technology (MEET), vem usando ensino de tecnologia e prática de negócios para reunir adolescentes ambiciosos e empreendedores, judeus e palestinos, de locais como Jerusalém, Belém, Ramalá, Mevasseret Zion, Nazaré e Beit Shemesh.

Por três anos, os jovens se reúnem semanalmente durante o ano letivo e intensivamente durante as férias de verão. O projeto é feito em parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), da Universidade Hebraica, do Google Israel e outras instituições.

Dois desses jovens, Yashai Cohen, 18, e Ahmed Shawish, 19, são inteligentes, ambiciosos e empresários de alta tecnologia, apesar da pouca idade. “Nós desenvolvemos habilidades técnicas e de negócios para construir projetos em conjunto que podem provocar mudanças globais”, diz Cohen, que terminou o programa no ano passado e está desenvolvendo o SmartBus, um sistema de transporte público para a periferia de Israel.

Nos últimos dois anos, foi lançado um programa em separado para ex-alunos do MEET trocarem experiências. O programa inclui orientação e criação de vídeos sobre empreendedorismo social

 

Gafanhotos viram iguaria em Israel
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Considerado uma praga na maioria dos lugares do mundo, em Israel o gafanhoto virou uma iguaria relativamente popular. A chegada de um enxame deles recentemente fez com que muitos fossem caçados e vendidos fritos, no espeto ou picantes, inclusive com receitas online. Certas comunidades, como a dos iemenitas, têm tradicionalmente o costume de comê-los, mas alguns rabinos ortodoxos já questionam se essa iguaria pode ser considerada comida kosher – aquela que segue à risca preceitos religiosos.

Na tradição bíblica, os gafanhotos foram uma das dez pragas que se abateram sobre o Egito, como castigo de Deus ao Faraó e aos egípcios pela idolatria a deuses pagãos e pelo cativeiro imposto aos hebreus. Mas, para alguns, o gafanhoto se encaixa na categoria de insetos que as escrituras permitem que sejam comidos: quatro patas; quatro asas; asas cobrindo a maior parte do corpo e patas traseiras mais compridas para saltar.

De acordo com o rabino Yitzhak Yosef, hoje em dia não é costume em Israel se comer qualquer tipo de gafanhoto, exceto para certas comunidades. "Nós não temos nenhuma familiaridade com suas características e espécies e não há nenhuma tradição clara para regulamentar o assunto", diz. A polêmica, no entanto, prometer render.

 

Instituto Shoah de Direitos Humanos é lançado em São Paulo
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Foi inaugurado, em São Paulo, com uma palestra do Prof. Dr. Jacques Marcovitch, ex-Reitor da Universidade de São Paulo, o Instituto Shoah de Direitos Humanos (ISDH). Com a missão de servir como fonte de conhecimento e de auxiliar no processo de educação para uma cultura de paz, o ISDH é uma iniciativa da B'nai B'rith (Filhos da Aliança, em hebraico), principal entidade judaica dedicada aos Direitos Humanos, em parceria com o Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação, do Departamento de História da USP (LEER – USP). A solenidade que marcará o lançamento do instituto acontece na Assembleia Legislativa do Estado.

Localizado na sede da B'nai B'rith, no bairro paulistano dos Jardins, o ISDH oferecerá a alunos e educadores, juristas, formadores de opinião e a sociedade civil em geral vasta documentação, tendo como referência o Holocausto enquanto crime contra a Humanidade. O acervo resulta das pesquisas desenvolvidas pela equipe do Arqshoah- Arquivo Virtual sobre Holocausto, projeto do LEER-USP e Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), e conta com documentos diplomáticos, vídeos e fotografias, além do testemunho de sobreviventes do Holocausto que escolheram o Brasil como sua pátria.

O termo Shoah, em hebraico, designa o massacre de seis milhões de judeus pelos nazistas, na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Nesse período, outras minorias também foram perseguidas, como testemunhas de jeová, portadores de deficiências, opositores ao regime das mais diversas nacionalidades, dentre outros.

"Com estratégias multidisciplinares e oferecimento de diversas oficinas, o Instituto atuará na conscientização da população sobre os perigos da proliferação de ideias racistas e discriminatórias, ainda tão presentes nos dias atuais", explica a Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro, coordenadora do LEER – USP.
O lançamento do ISDH acontece no momento em que a B'nai B'rith celebra 80 anos de atuação no Brasil. A entidade nasceu há 169 anos e já existe em mais de 50 países, sendo considerada uma das maiores e mais antigas organizações humanitárias, de ação social e de promoção dos Direitos Humanos em todo mundo.

Com atuação apartidária, tem foco no combate ao racismo, ao antissemitismo e a toda espécie de discriminação e cerceamento de liberdades. Integra a Organização das Nações Unidas (ONU), Unesco e vários outros organismos mundiais nas áreas cultural e assistencial.

 

Israelenses mandam mensagens de paz a iranianos no Facebook
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Uma iniciativa de casal israelense de postar mensagens de paz aos iranianos no Facebook já obteve a adesão de cerca de mil israelenses e iranianos. A ideia foi de Ronny Edry e sua mulher Michal Tamir, juntamente com uma pequena escola e designers gráficos. Eles tiraram fotos deles mesmos com seus filhos e fizeram cartazes com os dizeres: “Iranianos: nós nunca bombardearemos seu país. Nós amamos vocês”. Em seguida, o texto: “Ao povo iraniano, a todos os pais, mães, filhos, irmãos e irmãs. Para que haja uma guerra entre nós, primeiro temos de ter medo um do outro, nos odiar. Eu sequer conheço você. Nenhum iraniano me fez mal algum”.

Em depoimento ao jornal Haaretz, Edry explicou que sua iniciativa visava sensibilizar cidadãos iranianos, mas admitiu que nunca acreditou que ganharia tanto impulso. “Quando se está constantemente rodeado por ameaças e pela guerra, fica-se tão estressado e com tanto medo que rastejamos numa espécie de concha e pensamos ‘como temos sorte de também ter bombas e como somos sortudos por poder atingi-los antes’, disse ele. “Então eu pensei, 'por que não tentar alcançar o outro lado, para contornar os generais e ver se eles [os iranianos] realmente nos odeiam?"

 

 

Grupo israelense quer investir em Mato Grosso de olho na Copa 2014
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O Grupo Telemenia, de Israel, que atua em vários países e também no Brasil, deu início em Cuiabá a uma série de negociações visando realizar grandes investimentos privados em Mato Grosso. Inicialmente, o foco do grupo israelense está na área de energia, saúde e turismo (rede de hotéis), utilizando tecnologia de última geração.

Em reunião com o governador Silval Barbosa, os representantes do Grupo Telemenia, David Kaufer e Eytan Gilboa, analisaram projetos e novas construções destinados a preparar o Estado de Mato Grosso para a Copa do Mundo de 2014. Participaram do encontro o arquiteto e urbanista Augusto (Mário) Boccara, o empresário Diogo Ferreira Melo Leão e o advogado Miguel Viana Reginato

Os israelenses David Kaufer e Eytan Gilboa saíram da reunião bastante satisfeitos. Segundo eles, “em função do bom desempenho político e econômico por que passa o Brasil, os investidores que representamos estão dispostos a investir em Mato Grosso”.

Para os representantes comerciais Diogo Ferreira Melo Leão e Miguel Viana Reginato, a vinda de investimentos estrangeiros significa uma grande oportunidade de desenvolvimento do estado. “São obras de infraestrutura de grande importância, que chegam para fortalecer a economia do Mato Grosso". Como exemplo, eles apontaram os investimentos na geração e compra de energia elétrica, que já começaram a ser negociados. "E, com certeza, virão os megainvestimentos nas áreas de saúde (rede de hospitais) e de turismo (rede de hotéis de última geração)”, concluem.

 

 

Tel Aviv é o melhor destino para turismo gay
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Uma pesquisa consagrou a cidade de Tel Aviv como o melhor destino para o turismo gay em 2011. A pesquisa, realizada pelo portal GayCities.com e pela empresa American Airlines, colocou Tel Aviv com 43% das preferências, à frente de Nova York (14%), Toronto (7%), São Paulo (6%), Londres (5%) e New Orleans e Cidade do México, com 4% cada uma. Cerca de cinco mil turistas gays visitaram Tel Aviv em junho passado, para a Parada do Orgulho Gay – 25% mais do que em 2010.

 

 

Aplicativo detecta fraude em cartões
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A empresa israelense BillGuard lançou um aplicativo capaz de detectar fraudes e erros lançados nas contas de cartões de crédito. O aplicativo é capaz de fazer uma varredura que detecta fraudes, cobrança duplicada e práticas incorretas. Yaron Samid, CEO da BillGuard, estima que o aplicativo encontra pelo menos uma irregularidade em cada cinco contas.

O serviço verifica o extrato do cartão de crédito on-line diariamente à procura de fraudes a partir de uma base de dados que a empresa armazena a partir de uma ampla variedade de painéis públicos, grupos de discussão e até postagens de Twitter.

No primeiro mês de testes do aplicativo, o BillGuard, dos US$ 10 milhões de gastos levantados, os usuários tiveram US$ 250 mil de despesas reembolsáveis. Os testes mostraram que, tendo segurança na detecção do erro, os bancos preferem honrar uma reivindicação do que entrar numa disputa demorada. Segundo Samid, cerca de dez milhões de portadores de cartões de crédito nos Estados Unidos são vítimas de algum tipo de fraude anualmente, mas atualmente o reembolso é, em média, de apenas 30% das despesas indevidas.

 

 

Encontrada relíquia cristã de 1.400 anos
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Arqueologistas israelenses encontraram uma relíquia cristã de cerca de 1.400 anos entre os restos de uma antiga estrada em Jerusalém. Trata-se de uma pequena caixa bem preservada, com uma cruz esculpida em sua tampa; dentro dela, há uma imagem ainda visível de um homem e uma mulher, possivelmente Jesus e Maria. Segundo Yana Tchekhanovets, da Israel Antiquities Authority, a relíquia encontrada reforça a tese de que o uso de ícones não estava limitado às cerimônias da Igreja Bizantina.

 

 

Call center israelense emprega só deficientes
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O psicólogo israelense Gil Winch fundou uma empresa de call center com uma característica única no mundo: ela emprega exclusivamente deficientes adultos físicos e mentais, judeus e árabes. A empresa Call Yachol (que significa apto a falar e apto a fazer algo) tem 180 funcionários, está localizada em Rishon Lezion e deve abrir uma filial em Jerusalém.

Winch implementou um modelo de gestão familiar, em que os trabalhadores são tratados com atenção e afeto, tendo inclusive tempo para se divertir durante o trabalho. Em todo o mundo, mais de 90% dos adultos que sofrem de deficiências graves estão desempregados.

Para Winch, as limitações de seus funcionários não afetam sua produtividade da empresa. “O maior problema é que a sociedade discrimina essas pessoas, que às vezes ficam 20 anos desempregadas, perdendo completamente a autoestima e a autoconfiança”.

 

 

Descoberto templo bizantino na cidade de Acre
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Arqueólogos descobriram a estrutura de uma igreja cristã do período bizantino em Acre, cidade localizada no norte de Israel. A estrutura tem cerca de 1.500 anos e foi descoberta durante uma intervenção de emergência feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel depois de uma escavação não autorizada na área.

A diretora de escavações Nurit Page disse que o bispo de Acre era conhecido nas escrituras cristãs como alguém que foi extremamente influente no desenvolvimento do cristianismo.

Esta descoberta é a primeira prova concreta do papel do Acre no início do cristianismo. “Ela é muito importante para o estudo de Acre, considerando-se que não foram encontrados outros remanescentes do período bizantino em diferentes zonas habitacionais junto ao mar Mediterrâneo”, disse Page.

Os arqueólogos apontam para outros indicadores de que as escavações são de fato de origem cristã, inclusive as telhas usadas na estrutura, os pedaços de mármore ornamentado e os cacos e anéis que se encontram nas proximidades. Debaixo das paredes, os arqueólogos encontraram cachimbos de barro e um dos quartos tem chão em mosaico. O edifício recebia abastecimento de água de um poço próximo.

 

 

Prêmio para vinhos israelenses
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Pela primeira vez vinhos israelenses conquistaram o cobiçado Prêmio Gran Vinitaly Special, entregue durante a 19ª edição da Vinitaly, exposição que acontece a cada ano em Verona, na Itália. O prêmio é outorgado ao produtor que registra os melhores resultados gerais no certame e este ano ficou com a vinícola Golan Heights, de israel.

A casa conquistou duas das 16 medalhas de ouro da Vinitaly com seu chardonnay orgânico Yarden Odem, safra de 2009, e com seu Yarden Heights de 2008, concorrendo com cerca de mil produtos de 105 vinícolas distribuídas por 30 países. “Estamos extremamente orgulhosos por sermos a primeira vinícola israelense a conquistar o prêmio máximo em uma das mais importantes competições do mundo”, disse Anat Levi, CEO da Golan Heights.

 

 

Empresário israelense monta parque industrial em Nazaré, maior cidade árabe de Israel
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Depois de oito anos de planejamento, Nazaré, a maior cidade árabe de Israel e conhecida mundialmente como o local do nascimento de Jesus, está prestes a receber um novo parque industrial, inteiramente financiado pelo industrial israelense Stef Wertheimer. Conhecido como um dos empresários com maior consciência social de Israel, Wertheimer tem uma receita simples para a paz entre árabes e israelenses: “Seja bom para com seus vizinhos, ajudando-os a serem bem sucedidos. Se você fizer isso, terá a paz”. O parque industrial de Nazaré vai abrigar empresas locais, bem como proporcionar educação técnica para jovens da área, em consonância com o modelo de Wertheimer de combinar estímulo aos negócios com o ensino técnico, mesclando aprendizagem acadêmica com a prática.

 

Israel é o 22º melhor país para se viver, diz a Newsweek
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Uma pesquisa publicada pela revista americana Newsweek coloca Israel como o 22º melhor país para se viver no mundo. Finlândia, Suíça, Suécia, Austrália e Luxemburgo ocupam os cinco primeiros lugares. O Brasil fica em 48º lugar, atrás da Argentina (46º), Costa Rica (35º) e Chile (31º), mas na frente de Cuba (50º), Rússia (51º) e Turquia (52º). No ranking geral, Israel fica entre a Espanha (21º) e a Itália (23º), mas ocupa a 7ª posição no quesito saúde, a 25ª em qualidade de vida e a 15ª em dinamismo econômico. A Newsweek posicionou os países de acordo com sua pontuação em cinco categorias: educação, saúde, qualidade de vida, dinamismo econômico e organização política. Os rankings foram baseados em índices internacionais como indicadores econômicos, coeficiente Gini, índex de inovação e índex de paz mundial.

 

 

Israelenses e palestinos vão fabricar turbinas de energia eólica
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Uma empresa israelense e uma palestina anunciaram a intenção de fabricar conjuntamente turbinas eólicas para serem comercializadas na região da Cisjordânia. As duas empresas são a Israel Wind Power, sediada em Ramat Gan, perto de Tel Aviv, e a Brothers Engineering Group, que fica em Belém, na Cisjordânia. “A cooperação entre empresas na área de energia eólica trará benefícios para todos. Ela poderá servir como uma ponte para a paz entre palestinos e israelenses”, diz Mohamed Salem, CEO da Brothers Engineering Group. As duas empresas estão planejando cooperação em marketing, fabricação e instalação de turbinas eólicas de geração de eletricidade, numa escala de 50 kW, para alimentar fábricas, escritórios e residências.

 

 

Israel inaugura primeira faculdade de tecnologia ambiental
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Israel vai abrir a primeira faculdade de tecnologia ambiental do país. O foco do curso será a reciclagem de profissionais de outras áreas para torná-los aptos a trabalhar com conceitos e práticas de sustentabilidade. A Matrix Greentech College será inaugurada em Tel Aviv neste próximo mês de abril e já tem planos para abrir novos campi em Haifa e em Jerusalém. Segundo dados da Organização das Nações Unidas, em todo o mundo, 8,5 milhões de pessoas trabalharão no setor ambiental em 2030.

 

 

Israelenses e jordanianos juntos para atuar em emergências
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Uma equipe conjunta de israelenses e jordanianos está sendo formada para o atendimento em situações de emergência decorrentes de terremotos. É um programa desenvolvido pela Universidade Ben-Gurion, do Negev (Israel), e pelo Crescente Vermelho (equivalente à Cruz Vermelha nos países islâmicos) da Jordânia, com apoio do Ministério das Relações Exteriores de Israel, da União Européia e de doadores privados. Desde outubro, 15 jordanianos e 13 israelenses fazem treinamento médico-acadêmico na Universidade Ben-Gurion para atuação em terremotos. “A ajuda sempre é mais eficaz quando países afetados trabalham juntos”, diz a Dra. Bruria Adini, coordenadora do programa.

 

 

 

Os desafios de um "beduíno verde" em Israel
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Aos 29 anos, o ambientalista Ahmed Amrani se tornou secretário de governo do município de Rahat, cidade beduína da região do Negev que é considerada a mais pobre de Israel. Mesmo antes de assumir o cargo, no início do ano, Amrani se impusera uma missão quase impossível: levar a consciência ambiental a uma cidade deteriorada por lixões e pela sujeira.

"Aqui, os jovens não têm o que fazer, muitos usam drogas, caem no crime, ou vão para organizações islâmicas extremistas", diz. "Primeiro, é preciso entender porque as pessoas daqui depositam o lixo em todo lugar", diz Amrani. "Eles não vêem isso como um crime; então, é necessário um trabalho de persuasão, não de punição", constata. Até agora, Amrani teve pequenos sucessos, como deter a poluição advinda de postos de gasolina clandestinos e remover famílias de sem-teto de espaços abertos.

O trabalho de Amrani teve início em 2003, quando ele conheceu Eran Ben Yemini, um dos mais destacados ativistas ambientais de Israel. Logo depois, com a ajuda de Yemini, Amrani criou a ONG Green Rahat Association. Desde que foi fundada, a entidade fez várias campanhas na cidade, como plantação de árvores doadas pelo Fundo Nacional Judaico, workshops com jovens sobre educação ambiental e a criação de um jardim comunitário - o primeiro jardim de Rahat. O objetivo de Amrani é transformar Rahat na primeira cidade beduína verde de Israel.

É um desafio e tanto. Com 60% de seus habitantes abaixo de 18 anos, a cidade tem a maior taxa de desemprego do país - 12% e cerca de 80% de seus habitantes estão abaixo da linha da pobreza. Rahat tem apenas um campo esportivo caindo aos pedaços, um parque e nenhum playground.

 

 

Bike e carrinho de bebê num só veículo
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A empresa israelo-holandesa Taga acaba de lançar no mercado um híbrido de carrinho de bebê com bicicleta. Chamado de Taga, o novo veículo é uma bicicleta de três rodas que pode ser transformada num carrinho de bebê em questão de segundos. "É um novo conceito, um veículo multifuncional urbano, não uma bicicleta ou um carrinho de bebê", diz Hagai Barak, diretor da Taga. Ele explica que o veículo foi construído a partir de sugestões de consumidores. Segundo Barak, o Taga leva vantagem sobre as demais alternativas de transporte de crianças na cidade pelo fato de elas ficarem na frente e não atrás do veículo: "Quando se pode vê-las (as crianças), desfruta-se muito mais o passeio", diz Barak.

 

 

Empresa israelense de saneamento assina acordos com Sabesp e Caesb
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A empresa israelense Mekorot National Water Company assinou acordos de cooperação com duas empresas de saneamento brasileiras: a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

O acordo foi assinado pelo presidente da Mekorot, Eli Ronen, durante giro que fez à América do Sul e o anúncio aconteceu na segunda-feira, 10 de agosto. A Mekorot vai assessorar as duas empresas brasileiras no tratamento de contaminação de mananciais, dessalinização, tratamento de esgoto e uso de tecnologia avançada para o tratamento de água.

 

 

Patinetes elétricos israelenses são sensação no mundo
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Um patinete elétrico criado em Israel está virando sensação em grandes cidades como Nova York, como alternativa para ciclistas que se incomodam em chegar suados ao trabalho. Desenvolvido pelo engenheiro Arik Yehuda, o patinete é fabricado pela Trekker, de Tel Aviv, em duas versões: tradicional e com banco. Pesando 29 quilos, ele faz até 30 km/h e pode ser customizado. "Temos know how para fabricar versões a gás ou flex", diz o inventor. Para ele, a criação do Trekker é uma questão de filosofia. "Qual é o sentido em se produzir carros de 1,5 tonelada para transportar pessoas de 70 quilos?"

 

 

Empresas israelenses combatem piratas
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O recente ataque de piratas nas costas da Somália ao navio de cruzeiro italiano MSC Melody, com mais de 1.500 passageiros a bordo, foi rechaçado a bala por agentes de segurança israelenses da empresa Mano Internacional Security. Em todo o mundo, empresas como essa estão se tornando a mais poderosa arma contra os piratas pós-modernos.

Isaac Azar, diretor da Spike Internacional, empresa de Granot, Israel fundada em 1978, explica que os integrantes dessas equipes costumam trabalhar sob identidade falsa. “Ninguém deve saber que há seguranças no navio; eles agem como se fossem salva-vidas ou instrutores de ginástica”, diz. Para ele, o segredo é fundamental. “Se os piratas souberem que um navio está sob proteção, podem planejar melhor o ataque. Se não souberem quem são os guardas, pensarão duas vezes”, completa.

 

 

Energia do Trânsito
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Uma nova empresa israelense do setor de energia, chamada Innowattech, quer transformar o tráfego da hora do rush em fonte de eletricidade. Segundo a companhia, que é afiliada ao Instituto de Tecnologia Technion, de Israel, geradores especiais instalados embaixo de rodovias e estradas de ferro podem armazenar energia suficiente dos veículos que transitam nas vias para produzir eletricidade em massa.

Ainda de acordo com a empresa israelense, estes geradores produzem eletricidade mediante a aplicação de força mecânica, como, por exemplo, a da pressão dos pneus dos carros em trânsito. O processo, conhecido como piezeletricidade, já tem sido usado há anos em pequena escala, em aparelhos como churrasqueiras e pisos de danceterias que acendem a cada passo.

 

 

Turismo cresce em Israel e atrai mais brasileiros
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Israel, país rico em história e com inúmeras atrações turísticas, voltou a atrair um grande número de visitantes, interessados principalmente nos locais sagrados para o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo. Somente em 2008, trinta e um mil brasileiros visitaram Israel, um crescimento de 55% em relação a 2007. Os dados são do Ministério do Turismo de Israel no Brasil.

- Brasil participa da feira internacional de turismo 2009, em Tel Aviv

A participação do Brasil na feira de turismo despertou grande interesse junto ao público que visitou a Mostra, nos dias 11 e 12 de fevereiro último, reforçando a condição do País como destino de grande número de turistas israelenses.

Israel, com uma população de pouco mais de 7 milhões de habitantes, conta com cerca de 4 milhões de saídas anuais para o exterior.

O stand do Brasil mostrou as lindas paisagens do Brasil além de ser o mais animado da feira, com muito samba e caipirinha, para alegria dos visitantes.

 

Multa canina
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A Prefeitura de Petah Tikva, em Israel, criou um serviço para identificar, por exame de DNA, os donos que não recolhem o cocô de seus cachorros das vias públicas. De acordo com a veterinária Tika Bar-On, responsável pelo serviço, a Prefeitura oferece incentivos aos donos que enviem amostras do DNA de seus animais. Por meio de análises constantes, os proprietários que não recolhem o cocô das ruas são multados, enquanto quem o faz recebe prêmios e vantagens. "o problema dos dejetos animais nas ruas é muito sério e medidas como essa permitem estabelecer uma convivência mais civilizada nas grandes cidades", afirma a veterinária.

 

 

Moto a Gás
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A empresa israelense Energtek acaba de assinar um acordo com a Companhia Nacional de Petróleo das Filipinas para a conversão de 500 mil motos e triciclos em um prazo de quatro anos. A empresa, que é pioneira mundial no desenvolvimento de motores a gás para veículos pequenos, já mantinha acordos semelhantes na Indonésia e Índia. “Nossos próximos movimentos deverão ser dirigidos aos mercados dos Estados Unidos e da América Latina”, diz o executivo-chefe da Energtek, Lev Zaidenberg. Existem cerca de 300 milhões de veículos motorizados de duas ou três rodas no mundo, 85% dos quais estão na Ásia.

 

 

Privada para Gatos
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Limpar a ³caixinha² é, sem dúvida, a parte mais difícil da convivência com os gatos. Agora, uma empresa israelense lançou uma privada especial para gatos, que elimina a tarefa, além de ser ecologicamente correta. O sistema recebeu o nome de CatGenie e foi criado pela PetNovations, empresa que funciona perto da cidade israelense de Kfar Saba.

Logo depois que o gato usa a privada, uma descarga é acionada, levando as fezes e o material granulado para um compartimento com produtos químicos.

Lá, tudo é transformado em líquido não-contaminante e, então, encaminhado para o sistema de esgotos. ³O resultado é tão positivo que até mulheres grávidas podem permanecer no mesmo ambiente que o CatGenie sem risco de contrair toxoplasmose², garante Zohar Benjamini, executivo da PetNovations.

A primeira privada para gatos está chegando às lojas de Israel, Europa e Estados Unidos por cerca de US$ 400. A expectativa da empresa é que o aumento da demanda leve a uma considerável redução nos preços.

 

 

Sem fronteitas
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O governo de Israel concedeu residência temporária a um homossexual palestino da cidade de Jenin, que namora um jovem israelense e era ameaçado de morte em sua cidade. A permissão foi concedida pelo coordenador de Atividades do Exército de Israel, general Yosef Mishlaf, que aceitou a alegação do rapaz, de que estava correndo risco de morte. O casal já está vivendo em Tel Aviv.

 

 

Amigo cão
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Um estudo realizado em Israel indica que brincar com um cachorrinho pode reduzir a pressão arterial de crianças. Os resultados são muito significativos, diz o Dr. Michel Bailash, responsável pelo projeto, realizado pelo Instituto Gertner de Epidemiologia, em parceria com o Centro Médico Sheba e a Universidade Hebraica de Jerusalém. A pressão sangüínea normal de crianças é de 120/80mm de mercúrio. Entre aquelas que têm cachorro, a pressão cai em média 4,5mm de mercúrio. Esse é um excelente indicador de que

brincar com um cachorrinho pode ajudar muito as crianças com problemas de pressão alta, conclui o médico.

O estudo foi realizado com 230 crianças da 1ª e 2ª séries do ensino fundamental, de duas escolas da cidade israelense de Shoham.

 

 

Em Israel, cultura e gastronomia ajudam a unir árabes e judeus
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O Yaffa Book and Café, em Tel Aviv-Yafo, recebeu o prêmio Yisraela Goldblum, oferecido pelo New Israel Fund a iniciativas que facilitem a convivência entre judeus e árabes. O café oferece petiscos típicos judaicos e árabes, livros em hebraico e em árabe e aloja manifestações culturais dos dois grupos.

 

 

Novidade em Jerusalém: Lixeira solar
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A Prefeitura de Jerusalém (Israel) colocou em operação experimental uma compactadora de lixo acionada por energia solar. A superlata, que foi instalada na rua Jaffa, no centro da cidade histórica, tem capacidade para compactar 750 litros de lixo, que passam ocupar um volume de apenas 150 litros, que é então recolhido por caminhões. Com apenas uma hora de exposição ao sol, a compactadora pode funcionar durante cinco dias.

 

Cosméticos inspirados na Bíblia
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Um número cada vez maior de empresas israelenses estão se dedicando a explorar as propriedades medicinais de plantas que já eram empregadas como remédios nos tempos bíblicos. Os maiores sucessos vêm sendo registrados na produção de medicamentos naturais para o tratamento da pele.

"Os remédios à base de ervas locais já eram usados há milênios, mas só agora estamos reconhecendo seu verdadeiro valor", afirma o botânico Shimon Shemla. Há cinco anos, ele abandonou uma carreira de sucesso na área imobiliária e fundou o centro Merapeh Habosem ("Simplesmente Natural", em hebraico), na Galiléia. Desde então, Shemla estudou e documentou as propriedades de cerca de 500 ervas, plantas e árvores nativas. E o centro já emprega muitas delas, como o etrog (citron), o carvalho e a mirta, na produção artesanal de sabonetes, cremes e xampus para tratamento dermatológico e capilar.

Outra empresa, a Ervas de Kedem, especializou-se na pesquisa de plantas nativas nas dunas que se localizam entre o Mar Morto, uma das regiões mais baixas do mundo, e as montanhas de Hebron, onde está o túmulo do patriarca hebreu, Abraão. "Nossa teoria era que, se essas plantas conseguiram sobreviver por tanto tempo, em condições tão difíceis, possivelmente, contam com propriedades regenerativas que podem beneficiar os seres humanos", diz o executivo-chefe da Ervas de Kedem, o engenheiro químico Amir Kitron.

A empresa criou um centro de pesquisas que já estudou, entre outras plantas, o orégano, a lavanda e a menta, todas citadas na Bíblia como medicamentos. Esses ingredientes vêm sendo usados, por exemplo, na produção de cremes hidratantes naturais, que já são exportados a vários países.

Também na Galiléia, outra empresa, a Moraz Galilee Medical Herbs, especializou-se no estudo das propriedades de uma só planta, o polygonum. A planta conta com substâncias antioxidantes e bactericidas, o que permite seu uso, por exemplo, na produção de medicamentos cicatrizantes e bandagens hospitalares.

 

Israel atrai turistas brasileiros
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Israel, país rico em história e com inúmeras atrações turísticas, voltou a atrair um grande número de visitantes, interessados principalmente nos locais sagrados para o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo. Entre os brasileiros, a procura também vem crescendo. De janeiro a outubro de 2007, 17 mil brasileiros visitaram Israel, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2006. A expectativa é de mais crescimento, com previsão de que em 2008 haja um aumento de 30%.

"O ano todo os turistas visitam Israel, mas a procura aumenta nos períodos de Páscoa (março ou abril), da Festa dos Tabernáculos (outubro) e do Natal. Em 2008, serão celebrados os 60 anos da fundação do Estado de Israel. Mais turistas, políticos e homens de negócios deverão visitar o país. Haverá muitos eventos em comemoração à data", diz Cleo Ickowicz, diretora de marketing do escritório paulista do Ministério do Turismo de Israel no Brasil.

A visita começa por Tel Aviv. Porta de entrada em Israel e centro comercial e financeiro do país, é uma cidade bela e moderna localizada na costa do Mediterrâneo. Dali os turistas partem para conhecer a Terra Santa e os lugares sagrados, cenários de passagens da Bíblia, como Belém, Nazaré, Jericó, Cafarnaum, Mar Morto e região do Lago de Tiberíades, na Galiléia. Jerusalém, palco dos últimos passos de Jesus, é a cidade que mais atrai os cristãos de todo o mundo.

Em Belém, na Cisjordânia, onde Jesus nasceu, é uma das cidades mais procuradas. Fica apenas cinco quilômetros ao sul de Jerusalém. Mas vale à pena ir um pouco mais longe e conhecer também Eilat, palco do romance bíblico entre o Rei Salomão e a Rainha de Sabá. O balneário, no Mar Vermelho, possui praias paradisíacas e luxuosos hotéis.

Para quem quer visitar o país, existem pacotes turísticos em vôos regulares diretos para Tel Aviv, com saídas do Brasil em vários dias da semana. O pacote "Terra Santa" inclui passagem aérea, visitas guiadas, transporte terrestre por todas as cidades e hotéis com café da manhã. Quem quiser pode ainda participar das "viagens de peregrinação", programadas para católicos ou evangélicos, que têm roteiros com um foco específico, mais religioso.

Israel não é um país caro para o brasileiro. A moeda local é o shekel. As temperaturas são, em média, de 15 graus e quase não chove. Os meses de janeiro e fevereiro são mais frios.

 

 

Meio ambiente e paz no Oriente Médio
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Muito além do conflito que afeta a região há seis décadas, a cooperação entre Israel e países árabes pode dar um grande impulso à recuperação do meio-ambiente no Oriente Médio. Especialistas israelenses, jordanianos e palestinos criaram, recentemente, a organização Triângulo do Mar Morto (TMM), primeiro passo para a cooperação internacional destinada a recuperar a natureza no chamado Vale da Grande Fenda. Trata-se, na verdade, de um conjunto de fendas geológicas que se estende do Sul da Turquia, na Ásia, ao Zimbábue, na África, percorrendo a Síria, o Líbano, Israel, Jordânia e os territórios palestinos.
 
O primeiro encontro do TMM aconteceu no início de julho em Jerusalém e no kibutz Sdé Eliahu, em Israel, organizado pelo dr. Yossi Leshem, professor da Universidade de Tel Aviv e diretor da Sociedade Israelense para a Preservação da Natureza. A direção do TMM inclui, ainda, Imad Atrash, da Sociedade Palestina para a Conservação da Natureza, e o general reformado Mansour Abou Rashed, um dos mais conhecidos ambientalistas da Jordânia. "Uma das nossas prioridades é garantir as condições de preservação e, em alguns casos, de recuperação dos fluxos migratórios de pássaros na região", afirma Yossi Leshem. "O fato é que o resultado das ações pró-atividades migratórias das aves tem representado avanços muito mais sólidos na cooperação entre os povos, do que a ação política", prossegue o cientista.
 
Outra prioridade do grupo é desenvolver alternativas naturais que reduzam a necessidade de uso de pesticidas na agricultura. O TMM deverá pesquisar o uso de aves de rapina contra roedores que atacam os cultivos. Já há, na região, uma experiência de sucesso, aplicada desde 2004 pela Prefeitura de Tel Aviv. A maior cidade israelense utiliza - com sucesso - corujas e falcões no combate aos ratos.
 
Participam do Triângulo do Mar Morto cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, da Universidade Al-Balqa, na Jordânia, e da Universidade Al-Quds, em Jerusalém Oriental.

 

 

Excelência em reprodução em cativeiro protege animais de extinção
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O Zoológico Bíblico de Jerusalém, fundado em 1928 (20 nos antes do próprio nascimento do Estado de Israel), ocupa uma posição de destaque mundial na proteção a espécies animais ameaçadas de extinção. Uma das conquistas mais importantes do zoológico foi a geração, via inseminação artificial, do elefantinho Gabi, em um projeto que envolveu também o Instituto de Biologia Animal e Pesquisas Naturais de Berlim, Alemanha.

“Outro projeto importante do zoológico é a reprodução assistida do Veado Persa, uma espécie que chegou a ser considerada extinta nas primeiras décadas do século XX”, diz o curador da instituição, Schmulik Yedvab. Nos anos 70, foram descobertos cerca de 50 animais no Irã e o Zoológico Bíblico deu início ao processo de repovoamento. Hoje, já existem 400 Veados Persas no mundo, a metade dos quais, em Israel. Vinte animais foram soltos na reserva de Nahal Sorek, no Norte do país.

O Gato das Areias, um pequeno felino noturno natural das áreas desérticas, também foi salvo do desaparecimento pela ação dos técnicos do zoológico. O avanço da agricultura nos desertos israelenses havia afastado o Gato das Areias de seu habitat natural. Mas o Zoológico Bíblico, em cooperação com a Associação Zoológica e com a Autoridade Nacional dos Parques de Israel, levou à frente um projeto de recuperação, que permitiu o repovoamento do animal no deserto do Neguev. Nesse mesmo deserto, a ação do zoológico impediu a extinção de uma pequena tartaruga.

Entre os novos projetos do Zoológico Bíblico está a participação em um amplo projeto internacional, de salvamento da Águia Marinha de Cauda Branca. A águia, que estava extinta na Grã Bretanha desde o início do século XX, foi reintroduzida na Escócia há 40 anos. A Águia de Cauda Branca vive principalmente na Escandinávia e Groenlândia, assim como no Norte da Ásia. No verão, os animais migram principalmente para o Sudeste Asiático e o oriente Médio.

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Imigrante Voador
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Israel ganhou uma família muito especial de imigrantes. Trata-se do Rouxinol-dos-caniços, pássaro nativo do Iraque e que está ameaçado de extinção. Em setembro passado, o pesquisador Yoav Perlman, do Centro Israelense para a Observação de Pássaros, encontrou pela primeira vez um espécime, no Vale de Hula. O Centro marcou, então, quatro exemplares com anéis especiais, para determinar se eles voltariam ao Vale, caracterizando a escolha do local como ponto de descanso em sua migração de inverno, rumo à África Oriental. No início de maio, outro pesquisador do Centro, Nadav Yisraeli, identificou dois rouxinóis no Vale de Hula, um dos quais levava o anel colocado no ano anterior. “Essa descoberta aumentou muito a possibilidade de que a espécie tenha escolhido viver e criar seus ninhos em Israel”, afirma Yisraeli.

O Rouxinol-dos-caniços é um pássaro pequeno, com média de 15 centímetros de comprimento, nativo da região dos pântanos de Basra, no Sul do Iraque. A espécie corre risco de extinção porque, de acordo com pesquisadores, 90% dos exemplares morreram devido à decisão do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, de drenar os pântanos de Basra, nas décadas de 70 e 80.

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O "Caminho de Abraão" pela paz
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Abraão, patriarca bíblico dos judeus e também dos muçulmanos (com o nome de Ibrahim), pode dar sua contribuição – milhares de anos depois de ter vivido – para a paz no conturbado Oriente Médio. Isso porque um grupo de professores e alunos da Escola de Direito da Universidade de Harvard, nos EUA, criou o projeto e a Organização Não-Governamental (ONG) “Caminho de Abraão”, inspirada no Caminho de Santiago de Compostela (na Espanha). A principal finalidade é aproximar povos e religiões, gerando, também, oportunidades de cooperação econômica.

A idéia é criar um roteiro turístico que inclua desde a região onde se localizava a cidade de Urfa (no atual Iraque), berço do patriarca, até a cidade de Hebron, na Cisjordânia, local do túmulo de Abraão. “O projeto visa, também, garantir o desenvolvimento sustentável das comunidades abrangidas pelo roteiro, com ofertas de microcrédito e implantação do turismo local”, explica o advogado brasileiro José Fernando Latorre, Coordenador Executivo da Abraham Path Initiative (Iniciativa Caminho de Abraão, em inglês).

O trecho inicial tem aproximadamente 60 Km, partindo de Urfa, no Iraque, até Harran, divisa com a Síria, e já vem sendo percorrido pelos primeiros peregrinos. Segundo o roteiro que, de acordo com a Bíblia, Abraão percorreu, o Caminho passará também pelas atuais Jordânia e Israel. Os organizadores acreditam que isso permitirá o florescimento de hospedarias, lojas e restaurantes, oferecendo, assim, novas oportunidades de trabalho às comunidades locais. “Vamos promover o turismo e o intercâmbio, enviando estudantes cristãos, judeus e muçulmanos para fazer o caminho juntos. Queremos, também, selar parcerias com representantes dos meios de comunicação, para mostrar melhor a região", diz Latorre.

Durante o Caminho de Abraão, estão programadas apresentações de grupos regionais de música, espetáculos de dança, festivais de arte e de culinária. Mais informações podem ser obtidas no site da ONG: http://www.abrahampath.org

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Cosméticos do Deserto
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Mulheres beduínas de Israel estão produzindo cosméticos à base de ervas do deserto, empregadas por seus ancestrais há centenas de anos.

O projeto vem sendo desenvolvido em Tel Sheva, comunidade de cerca de 30 mil habitantes, quase todos beduínos, árabes que, até há algumas décadas, eram nômades. A empresa ganhou o nome de Asala Desert Nature. E à frente da iniciativa está o Centro para o Desenvolvimento Econômico Judaico-Árabe (CDEJA), uma Organização Não Governamental (ONG) que incentiva a cooperação entre os dois povos em Israel. O projeto envolveu inicialmente dez mulheres. “O primeiro passo foi prepará-las para trabalhar em grupo e saber enfrentar os problemas que poderiam surgir”, diz Kiram Baloum, uma das organizadoras. Em seguida, veio o desenvolvimento de linhas de produtos para o tratamento da pele. “Se você vive no deserto do Neguev, sua pele enfrenta um ambiente muito difícil e esse é o grande nicho de mercado para elas”, prossegue Baloum. “Descobrimos que muitas mulheres adoram o deserto e apreciam o conhecimento que seus ancestrais acumularam sobre a vida e as plantas do Neguev”, conclui ela.

Os dirigentes da Asala procuraram, então, o laboratório israelense Hlavin, que permitiu às mulheres utilizarem suas instalações na cidade de Raanana para produzir as linhas de cosméticos. A expectativa é de que os primeiros produtos já estejam no mercado israelense no segundo semestre, com exportações - principalmente para os Estados Unidos e a Europa – projetadas para o próximo ano.

A Asala Desert Nature está agora pleiteando ao Ministério da Agricultura de Israel a concessão de uma área de cinco dunams (5.000m2) para o cultivo das ervas destinadas à produção dos cosméticos. Hoje, apenas 14% das mulheres árabes com cidadania israelense trabalham, diante de 57% das mulheres judias.

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Um Zoológico Bíblico em Jerusalém
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Desde 1928, um zoológico israelense se esforça pela preservação de espécies raras ou ameaçadas de extinção. A maioria delas é originária da terra de Israel; muitas são mencionadas na Bíblia.

O Zoológico Bíblico de Jerusalém, localizado no centro da cidade, tem dois focos principais. O primeiro, como diz o próprio nome, é nos animais citados nos textos bíblicos, que se extinguiram das terras israelenses durante o século 20, graças ao desenvolvimento urbano e à caça. São os ursos, leões, veados, chitas, crocodilos do Nilo e muitas outras espécies. O segundo foco é nas espécies ameaçadas, que vêm de todas as partes do mundo, como araras, micos-leões dourados, cacatuas e o elefante asiático.

Os animais do zôo vive em grandes espaços desenhados para se assemelharem aos habitats naturais. Alguns foram resgatados de contrabandistas, mas a maioria nasceu em cativeiro.

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Em Busca do Segundo Templo
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Arqueólogos israelenses podem ter descoberto a localização exata do Segundo Templo de Jerusalém, destruído pelos invasores romanos no primeiro século da era cristã. Segundo o arqueólogo Joseph Patrich, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, a análise de um poço subterrâneo e de textos da Mishná – um dos livros sagrados do judaísmo – teriam permitido a identificação do local do Segundo Templo. O estudo será publicado em breve pela imprensa israelense.

O poço, que tem 54 metros de profundidade e 4,5 metros de diâmetro, foi descoberto em 1866 pelo arqueólogo britânico Charles Wilson. Agora, comparando as dimensões e as características do poço com as descrições da Mishná, a equipe de Joseph Patrich concluiu que ele só poderia fazer parte do complexo de banhos de purificação para os sacerdotes, presente no Segundo Templo. A água era trazida por um mecanismo de roda até uma grande banheira, destinada aos sacerdortes. Segundo a Mishná, após a purificação os sacerdotes subiam, por uma rampa, até o local de sacrificio dos animais, em louvor a Deus.

O Segundo Templo, construído na Antigüidade pelo rei Salomão, simbolizou o auge do Estado hebreu. Com sua destruição, pelas tropas do imperador Tito, foi levada para Roma a Arca da Aliança – com as Tábuas da Lei – e que jamais reapareceu.

A nova descoberta feita pela equipe da Universidade Hebraica de Jerusalém identificaria o local exato do Segundo Templo – mais a Sudeste do que se imaginava originalmente. Isso colocaria o Domo da Rocha fora dos limites do Templo de Salomão. O Domo da Rocha, onde está a famosa mesquita do mesmo nome, é um dos locais sagrados para os muçulmanos. De acordo com a tradição islâmica, foi do Domo da Rocha que o profeta Maomé alçou vôo, rumo ao céu.

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Os negros e os Judeus
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Consciência negra não é só Zumbi dos Palmares. Há muitas estórias para serem contadas. No mês da ³Consciência Negra², não vamos deixar de lado as boas histórias também. Você sabia que há judeus negros? Na África há dois povos muito antigos que só recentemente foram reconhecidos como judeus: os Falashas e os Lembas. Um teste de DNA feito em 1999 pelo geneticista inglês David Goldstein, da Universidade de Oxford, descobriu que uma tribo de negros do norte da África do Sul e arredores têm ascendência judaica. Os Lembas fazem circuncisão, casam-se apenas entre si, guardam um dia da semana para orações e não comem carne de porco ou de hipopótamo, considerado parente do porco. Segundo sua tradição oral, eles viviam num lugar chamado Sena. Há no Iêmen uma vila com esse nome que até o século X ficava num vale fértil, abastecido por um açude. Quando este secou, a maioria das pessoas partiu. Geneticamente, os lembas são parentes dos Cohanim que junto com os Levi

e os Israel formam um dos três grupos em que se divide o povo judeu. Os cientistas afirmaram que o ancestral comum dos Lemba e dos Cohanim viveu entre 2.600 e 3.100 anos atrás. Pela tradição judaica o período coincide com a vida de Aarão, irmão de Moisés, de quem os Cohanim descendem. Provavelmente o grande pai também dos negros lemba. Os falashas (nome pejorativo que significa estrangeiro) ou Beta-Israel são totalmente negros como os demais abissínios. Na Etiópia formavam uma comunidade atrasada e fechada que preservava, intactos, usos e costumes que remontam a mais de dois milênios, dizendo-se descendentes da tribo perdida de Dan, fundada por Menelik, filho do rei Salomão com a rainha etíope de Sabá. Foram localizados em meados do século XIX e só em 1947 os rabinos-chefes de Israel admitiram formalmente serem eles judeus. Em 1860, missionários britânicos que viajavam pela Etiópia foram os primeiros ocidentais a encontrar a tribo dos falashas. Os membros dessa comunidade observavam o Shabat, mantinham rígidas leis rituais da forma como eram descritas na Torá. Pouco tempo depois, o estudioso Joseph Halevy decidiu conhecê-los pessoalmente. Foi recebido com curiosidade e desconfiança pelos nativos, que lhe perguntavam: ³O senhor, judeu? Como pode ser judeu? O senhor é branco!² Mas quando Halevy mencionou a palavra Jerusalém, todos se convenceram. Os falashas haviam sido separados de outros judeus por milhares de anos. Nenhum deles jamais saíra de seu vilarejo. Viviam na Etiópia até a grande seca de 1985 quando, para salvar-lhes a vida, Israel montou a ³Operação Moisés² para tirá-los secretamente, via aérea, da África e levá-los ao Estado de Israel. No dia 21 de novembro de 1984 começou esta operação. Em um dado momento, havia 28 aviões no ar. Um dos jumbos, que normalmente poderia levar 500 passageiros, transportou de uma só vez 1.087 pessoas, num feito anotado no livro de recordes Guinness. Ao longo dos anos, a comunidade de judeus negros da Etiópia já chegou às 80.000 pessoas em Israel, mas o governo africano ainda retém entre 18 e 26.000 judeus em seu território.

³O senhor, judeu? Como pode ser judeu? O senhor é branco!²

Ao chegarem em Israel, os médicos diagnosticaram nos falashas casos fisiológicos e de nutrição semelhantes aos encontrados nos sobreviventes dos campos de concentração. Chegaram magros, famintos, sem propriedades. Hoje eles são parte integrante da sociedade israelense. Nunca é demais lembrar que Israel foi o único país que retirou negros da África para lhes dar vida, conforto, estudo, trabalho e dignidade. Além da África, na Índia há duas comunidades de judeus negros. Os mais conhecidos são os Bene Israel, de Bombaim. Sua cor é escura e a língua cotidiana é o marata. Sua vida diária pouco difere da população indiana, exceto quanto à religião. No Sul da Índia, em Cochin, há os judeus totalmente negros como os demais indianos do sul, cuja língua é o malaiala, idioma falado antes das invasões indo-européias. Remontam suas origens a uma da 10 tribos de Israel desaparecidas no exílio assírio, embora não seja historicamente comprovado. Nos EUA há grupos de negros que praticam o judaísmo e se chamam de "judeus etíopes". Sua posição é um tanto radical em relação aos judeus brancos. No Brasil, além de negros, os quilombos reuniam 'bruxas', hereges, ciganos e judeus.

Há registros da presença permanente nas aldeias de mulatos, índios e brancos. A perseguição da época a minorias étnicas, como judeus, mouros e outros, além do combate às bruxas, heréticos, ladrões e criminosos, explica brancos terem ido viver no quilombo de Palmares. Zumbi foi o maior líder quilombola e sem dúvida o mais enigmático e místico. Sob seu reinado viveu e lutou o maior quilombo da história; grande também pela sua face multiétnica, pois em suas fortificações se refugiaram os escravos foragidos, os judeus perseguidos, os hereges e os índios entre outros, segundo as últimas descobertas de arqueólogos e etnólogos. Por volta de 1590, os primeiros fugitivos africanos rompiam suas correntes e fugiam para se agrupar na floresta, nas matas e sertões do Nordeste do Brasil. Pouco numerosos, eles se organizavam em bandos de fugitivos. O número foi aumentando, eles se reagruparam em uma primeira comunidade, que ao longo de sua existência chegou a contar com uma população de mais de trinta mil rebeldes, homens e mulheres de todas as origens. Eles constituíram o primeiro governo de um Estado livre no novo mundo. Inicialmente a população era de negros e poucos índios.

"Zumbi dos Palmares abriu o quilombo não apenas aos negros foragidos da escravidão, mas também aos judeus que estavam fugindo da inquisição"

Com a chegada de numerosos judeus fugidos da inquisição, a população abriu-se aos brancos e estes últimos muito inspiraram a sua organização econômica e política a partir de então. O quilombo era organizado como um pequeno Estado. Havia leis e normas que regulamentavam a vida dos seus habitantes, algumas até muito duras; roubo, deserção ou homicídio eram punidos com a morte. As decisões eram tomadas em assembléias, da qual participam todos os adultos, sendo aceitas, pois resultava da vontade coletiva. Zumbi tornou-se dirigente de Palmares ao questionar, em 1678, a liderança de Ganga Zumba, que, seduzido por um ³acordo de paz², aceitou transferir os quilombolas para uma espécie de ³reserva², onde eles teriam que viver sob vigilância. A resistência de Zumbi a esse engodo é exemplar. Desde muito cedo, negros perceberam que, para se livrar da escravidão, não seria preciso apenas se libertar das correntes; era necessário, também, construir um novo tipo de sociedade. Palmares significava esse desafio não só por organizar-se como uma República dentro de uma sociedade colonial, mas também por questionar as próprias bases do sistema.

É o que fica evidente no relato do português Manuel Inojosa, em 1677: ³Entre eles tudo é de todos e nada é de ninguém, pois os frutos do que plantam e colhem ou fabricam nas suas tendas são obrigados a depositar às mãos de um conselho, que reparte a cada um quando requer seu sustento². Foi isso que motivou as dezenas de investidas militares contra o quilombo ­ que também abrigava judeus, índios, brancos pobres e gente perseguida pelos colonizadores ­ até sua completa destruição, pelo sanguinário bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694. Palmares, contudo, em vez de representar a história de uma derrota, é, até hoje, um exemplo da importância da luta. Zumbi dos Palmares abriu o quilombo para os judeus. Ele não abriu apenas aos negros foragidos da escravidão, mas também aos judeus que estavam fugindo da inquisição. Quando homenageamos no dia 20 de novembro a ³Consciência Negra², é preciso relembrar os horrores e a suprema vergonha do passado escravagista, da mesma forma que devemos relembrar os horrores do Holocausto dos judeus e outras minorias da II Guerra Mundial.

Escrito por Jane Bichmacher de Glasman, escritora e doutora em Língua Hebraica, Literaturas e Cultura Judaica da USP
Fonte: Jornal ALEF


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Paris oferece torre Eiffel a Jerusalém
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Para marcar o 40° aniversário da unificação de Jerusalém, a prefeitura de Paris concederá a cidade uma versão menor da torre mais famosa do mundo. A miniatura da torre Eiffel terá 25 metros de altura e ficará exposta na praça Paris, que fica bem no coração da capital israelense.

A cidade francesa tem tradição em presentear com monumentos outras cidades importantes. Em 1885, os franceses deram a Estátua de Liberdade aos Estados Unidos como um gesto de amizade entre as duas nações.

O atual prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, está em sua oitava visita a Israel desde que assumiu o cargo em 1995.

Delanoe encontrou-se com o prefeito de Jerusalém, Uri Lupoliansky, e os dois definiram sobre a localização da Torre Eiffel israelense que representará o quão amigáveis são as relações entre as duas cidades.

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Os Jardins Suspensos de Haifa - A cidade portuária de Israel - É o Lar da "OITAVA MARAVILHA DO MUNDO"
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Haifa, a terceira maior cidade de Israel, está majestosamente situada em uma ampla e natural baía mediterrânea e é caracterizada por uma paisagem plana, vistas panorâmicas dignas de cartão-postal, grandes praias e um porto computadorizado e movimentado. A cidade é muito conhecida por ser uma das mais tolerantes no Oriente Médio, diversas comunidades étnicas convivem lado-a-lado em Haifa com uma tranqüilidade invejável. Pouco após os recentes conflitos na fronteira ao Norte de Israel, a cidade e seus habitantes retornaram "às suas atividades normais" e a numerosas atrações da cidade novamente estão atraindo um grande número de visitantes. Um dos principais passeios que não devem ser perdidos são os lendários Jardins Bahaí.

Considerado a atração principal de Haifa, os Jardins Bahaí são um dos locais mais Impressionantes ao Norte de Israel, ele atrai peregrinos e turistas de todo o mundo. Os Jardins foram reabertos em 2001 após 14 anos de replanejamento e reconstrução a um custo de mais de $250 milhões e a habilidade de cerca de 2.500 trabalhadores da construção civil. Esplêndido, imaculado, geometricamente perfeito, os Jardins Bahaí seguem o declive do Monte Carmel, ao redor do qual os 300 mil habitantes de Haifa trabalham e se divertem.

Os Jardins começam virtualmente ao nível do mar na Colônia Alemã do século XIX elegantemente restaurada em Haifa. Aqui, portões negros trabalhados em ferro se abrem para revelar a extensão de dezoito terraços monumentais que se elevam a cerca de 230 m de altura. Complexamente plantados com flores, topiaria, amplos gramados, ciprestes tratados, decorados com pavões e águias de pedra, os terraços são todos conectados por escadarias rústicas de pedras, canais e fontes ornamentais. A inclinação do declive de Carmel ditou o desenho do sistema de irrigação e de plantio de gramados altamente sofisticado, desenvolvidos tanto para conservar água como para distribuí-la equilibradamente.

Na metade do declive de Carmel a cúpula dourada do Santuário do Báb há muito tempo era o marco mais reconhecido de Haifa. O santuário dourado, cercado por antigos jardins ornamentais cujos caminhos de pedra eram percorridos desde a década de 1950, abriga o túmulo de Báb, Siyyid Ali-Muhammad. Ele é considerado o "Profeta-Precursor" da delicada crença Bahaí, a doutrina central que é a unidade de todas as religiões. Bahaí vê todos os líderes religiosos —Moisés, Buda, Cristo, Maomé — como mensageiros enviados por Deus em diferentes períodos da história para revelar a Sua vontade.

Os Jardins Bahaí de Haifa estão localizados precisamente a cerca de 370 km a Oeste da Babilônia, cujos Jardins Suspensos eram uma das lendárias sete maravilhas do mundo antigo. Hoje em Haifa eles proporcionam um céu de tranqüilidade e equilíbrio ecológico nessa área metropolitana vibrante.

A disposição dos jardins é quase obsessiva em sua perfeição e reflete a visão do iraniano Fariburz Sahba — planejador do Templo Lótus, ou Bahaí, na Índia — que recebeu reconhecimento internacional. Seus terraços de Haifa, distribuídos em nove círculos concêntricos, parecem emanar da cúpula dourada do santuário. "O Santuário do Báb é considerado uma jóia preciosa, para a qual os terraços fornecem o cenário — como um círculo dourado para um diamante perfeito", Sahba descreve.

 

NOVO LOCAL DA VIDA DIURNA, A VIDA NOTURNA


A colônia alemã de Haifa — algumas vezes chamada de colônia templária — caracterizada por cerca de 85 casas com telhados vermelhos datadas por volta da década de 1870 é agora uma das vizinhanças mais badaladas da cidade. Membros da sociedade templária alemã que se estabeleceram em Haifa em 1868 estavam determinados a fortalecer a presença cristã na Palestina dominada pelos otomanos e permaneceram até a Segunda Guerra Mundial. A principal avenida da colônia que fora restaurada — hoje chamada de Avenida Ben-Gurion — tem seu início na entrada dos Jardins Bahaí e segue até o porto (a maior de Israel). Ela é pavimentada com pedra calcária, decorada com lâmpadas de ferro trabalhado, flores e elegantes anéis viários. Os lares dos templários combinam de modo único os traços alpinos com telhados mediterrâneos e terracota. Alguns ainda possuem inscrições alemãs simples talhadas nas pedras. E é nesses lares, com seus jardins, varandas e entradas tranqüilos que dezenas de restaurantes, cafés, bares, lojas e boates hoje florescem... animados durante o dia, cheios durante a noite.

 

A VISITA A HAIFA

QUANDO IR: Apesar de o santuário abrir apenas pela manhã, diariamente de 9 ao meio-dia, os jardins estão abertos todos os dias de 9 à 17h e muitos dos monumentos são iluminados durante a noite.
Além do Santuário Bahaí, dos jardins e da colônia alemã, Haifa oferece também muitas outras atrações tais como o Technion (o M.I.T. de Israel) cujo campus ocupa uma área de 300 acres, o Museu Marítimo Nacional, o Museu Mané Katz, o Museu Tikotin de Arte Japonesa, o Museu da Imigração Clandestina, o zoológico de Haifa, o Monastério Carmelita e o Farol Stella Maris e a Caverna de Elias, além da Carmelita, a versão de Israel para o bondinho subterrâneo.

COMO CHEGAR LÁ:
Haifa fica a menos de uma hora de viagem pela via expressa ao Norte de Tel Aviv, e a 90 minutos do Aeroporto Internacional Ben-Gurion. Vôos diretos ligam Haifa a Eilat, Chipre e Amã, Jordânia. Haifa é um excelente porto para mais de uma dúzia de cruzeiros. Para muitos, é mais fácil se chegar a Haifa de Tel Aviv pegando o trem de alta velocidade que faz o trajeto em cerca de 50 minutos.

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Eilat: Praia e aventura ao lado do deserto
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Desde que foi palco do encontro de amor entre o Rei Salomão e a Rainha de Sabá, Eilat é o refúgio ideal para todos aqueles que estão em busca de sol e aventura. Viajando por um deserto interminável, parece magia encontrar subitamente, a exuberância de cores de Eilat com suas palmeiras e praias beijadas pelo sol. Chegar a Eilat, por terra ou ar, é como alcançar uma miragem.

A cidade mais meridional do país, é a saída de Israel para o Mar Vermelho e o Oceano êndico. Seu porto moderno, que se acredita estar localizado onde se erguia o antigo porto no tempo do Rei Salomão, é a via comercial de Israel com a África e o Extremo Oriente. Seus invernos cálidos, um espetacular cenário submarino, as belas praias, os esportes aquáticos, seus luxuosos hotéis e a facilidade de acesso da Europa através de vôos charter fazem de Eilat uma próspera cidade turística durante todo o ano. Desde o estabelecimento da paz entre Israel e a Jordânia (1994), foram iniciados projetos conjuntos de desenvolvimento com a cidade vizinha Ácaba, para incrementar o turismo na região.

Localizada no extremo sul de Israel, banhada pelo Mar Vermelho, Eilat oferece aventuras infinitas. O Observatório Submarino e barcos com fundo de vidro, possibilitam àqueles que não querem se molhar, a estupenda visão dos corais e de uma das mais ricas vidas marinhas do mundo.

A temperatura da água, 21oC no inverno e 25oC no verão, é um convite ao banho. Os mais ousados devem mergulhar nas profundezas das águas de Eilat, para deslumbrar-se com a mais bela fauna e flora.

Nos arredores de Eilat, pode-se desfrutar das maravilhas do deserto. Passeios de camelo ou mountain bike, em carros refrigerados ou jeeps oferecem a oportunidade de deliciosas aventuras.
No Parque Nacional Vale de Timna, as famosas Minas do Rei Salomão, o Red Canyon, formações rochosas raras, algumas com marcas deixadas por antigos viajantes na "rota das especiarias".

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Programa Israelense ajuda a acabar com a pobreza no Ceará
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Apesar das vastas diferenças geográficas, Israel e Brasil têm muito em comum quando o assunto é desenvolvimento. De acordo com o professor Rafi Bar-El, um dos principais especialistas mundiais em desenvolvimento econômico regional, essa semelhança permitiu que sua equipe de pesquisadores israelenses ajudasse o estado brasileiro do Ceará a romper um ciclo cada vez maior de pobreza.


Desde 2000, Bar-El, diretor do Departamento de Política e Administração Públicas da Universidade Ben-Gurion (BGU), lidera um programa ambicioso financiado pelo Banco Mundial para estimular o desenvolvimento regional e modificar o modo como os cidadãos e seu governo interagem.

O Ceará, com uma população de 8 milhões de pessoas, está localizado no Nordeste da costa brasileira. Um breve olhar em sua maior cidade, Fortaleza — com 2 milhões de habitantes —, pode dar a impressão de que tudo corre às mil maravilhas. Contudo, apesar da economia estadual ter-se desenvolvido rapidamente nos últimos anos, esse crescimento súbito não auxiliou em nada na redução da pobreza nas áreas rurais.

“Durante a última década, o Ceará alcançou o crescimento econômico, mas a pobreza permaneceu no mesmo nível. Enquanto a economia crescia, as pessoas continuavam pobres”, Bar-El contou, destrinchando o problema em alguns fatores. Bar-El explicou que assim como ocorreu em Israel nos anos de desenvolvimento, a população rural do Ceará foi atingida pelos desenvolvimentos tecnológicos da agricultura, que exigiam menos mão-de-obra par produzir uma colheita maior. A migração de trabalhadores desempregados que resultou desse fato para as cidades em busca de trabalho apenas exacerbou a pobreza e gerou uma superpopulação urbana.

Na década de 1970, Bar-El esteve no Brasil pesquisando os problemas da industrialização rural. “O que aconteceu foi que uma das pessoas com quem trabalhei na época, e com quem mantive contato, tornou-se secretário de desenvolvimento no governo em 2000. E como uma das prioridades deles era resolver o problema da pobreza, ele entrou em contato comigo”, Bar-El contou.

Após conversarmos e avaliarmos o problema, eu desenvolvi todo um programa que visava o desenvolvimento regional, com ações específicas a serem tomadas em termos de educação, auxílio a pequenas empresas, assistência em tecnologia e desenvolvimento urbano."

Qual o objetivo final? Atingir o crescimento econômico sem aumentar a desigualdade durante o processo.

Após uma maratona de reuniões com representantes do Banco Mundial e especialistas do MIT que tinham suas próprias idéias sobre como lidar com a situação — uma reunião que Schwartz descreveu como “intensa” —, o planejamento da equipe israelense foi adotado e o financiamento necessário foi alocado.

“Eu montei uma equipe incluindo Daphna Schwartz, diretor do Bengis Center for Entrepreneurship & High Tech Management (Centro Bengis para Gerenciamento Empresarial & de Alta Tecnologia) na BGU, e colocamos o planejamento para funcionar”, conta Bar-El. Além disso, ele desde 2001 fez uma média de quatro visitas por ano ao Ceará, incluindo uma recente de dois meses de duração.

Os resultados, de acordo com Schwartz, são como água e vinho.

“O governo do Ceará adotou inteiramente o nosso planejamento. Isso mudou completamente a atitude tanto do governo como das pessoas. Eles modificaram o orçamento para disponibilizar verbas específicas para a periferia e, além disso, nomearam um secretário de desenvolvimento regional — um cargo que não existia antes."

Além do mais, nove conselhos regionais foram criados — compostos por cerca de 50 líderes econômicos, sociais e políticos — e se reuniam regularmente para desenvolver as propostas trazidas pela equipe israelense.

Em uma escala menor, Bar-El listou algumas realizações que afetaram o povo do Ceará.

Porém, o fundamental de todas essas iniciativas e programas é que a desigualdade econômica que inspirou o estabelecimento da iniciativa está sendo corrigida. Bar-El afirmou que a avaliação que foi conduzida e está sendo publicada este mês indica um enorme sucesso do programa.

A pobreza e a desigualdade econômica diminuíram — muito mais rápido do que em outros estados brasileiros. Também houve um aumento do crescimento econômico e um preenchimento rápido da lacuna em termos de educação. “Os indicadores macro e social apontam para o fato de que o estado realmente alcançou uma situação melhor do que a que se apresentava alguns anos atrás”, ele comenta.

Embora a árdua batalha tenha terminado, Bar-El afirma que as iniciativas devem continuar para a região prosperar. Porém ele ratificou que o papel de sua equipe é cada vez menor.

“Demos o pontapé inicial, mas agora a responsabilidade é deles. Nós apenas os ajudamos com avaliações, diretrizes e consultas. Mas agora tudo está sendo comandado praticamente pelo governo. É ótimo quando seus filhos não precisam mais de você”, ele brinca.

Bar-El e Schwartz também demonstraram uma grande satisfação em relação à criação de uma ponte entre o povo do Ceará e seu governo.

“Algumas das pequenas empresas da avaliação afirmaram que pela primeira vez elas sentem um contato pessoal com o governo — que o governo está fazendo algo por elas”, Bar-El conta.

Schwartz acrescenta: “Nós vamos a campo regularmente visitar as pessoas que mais precisam de ajuda. Foi gratificante ouvir de uma dessas pessoas que ‘não é apenas o governo que está fazendo algo para nós, mas nós mesmos estamos envolvidos e nos ajudando.”

O sucesso do projeto Ceará-BGU inspirou outros governos a contatarem Bar-El a respeito de iniciar outros programas semelhantes. Ele já está em contato com outros estados do Brasil e, além disso, Tailândia e Argentina também já demonstraram seu interesse.

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Shofar: som que toca a alma
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Shofar é o nome da trombeta feita de chifre de carneiro usado dentro do judaísmo nas convocações dos dias sagrados como Rosh Hashaná ("cabeça do ano" - é o nome dado ao ano-novo dentro do judaísmo. Dentro da tradição rabínica , o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro ano do calendário judaico rabínico e sétimo mês do calendário bíblico).


O shofar é um dos instrumentos de sopro mais antigos usados pelo homem. Somente a flauta do pastor – chamada Ugav, na Bíblia – o iguala em idade, mas não tem função nos serviços religiosos dos dias de hoje. O shofar, porém, é o mesmo que aquele usado há milhares de anos.

Como instrumento musical, o shofar não tem grande valor. Afinal, não produz sons delicados como outros instrumentos de sopro. Mas, para o povo judeu, o shofar não é usado por prazer ou divertimento. Longe disto; tem um sentido muito mais profundo. Seu toque é um chamado para o arrependimento, avisando a chegada dos Dez Dias de Arrependimento, que começam com Rosh Hashaná e culminam com Yom Kipur?? Ele simboliza o carneiro sacrificado por Abrão no lugar de Isaac??

Rosh Hashaná chama-se também Yom Teruá (Dia do Toque). Neste dia, é obrigação de cada judeu ouvir o shofar. Por ser finalidade do shofar inspirar humildade e sentimentos de arrependimento, pode-se compreender o porquê do shofar não ser ricamente decorado. Como o shofar que se torna inadequado se qualquer ornamento de ouro ou prata atravessar o osso do qual é feito, assim também, segundo a tradição judaica, os seres humanos se tornam insignificantes se permitirem que o ouro e prata sejam tão importantes na vida a ponto de "perfurar o osso" e se apossar da mente e da alma.

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Heróis de Hollywood se unem contra as “forças do mal”

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84 astros e outros membros da industria do cinema se juntaram para assinar uma declaração que condena as ações dos grupos terroristas Hizbullah e Hamas no Oriente Médio.

A declaração que foi publicada nos jornais Hollywood Reporter, The Los Angeles Times e Variety conta com a assinatura de Sylvester Stallone, James Woods, Bruce Willis, do diretor Ridley Scott, da tenista Serena Williams, Nicole Kidman, Michael Douglas, Dennis Hopper, William Hurt, Josh Malina, Kelly Preston, Danny DeVito, Don Johnson entre outros.


No texto, os famosos pedem para que o terror seja contido a qualquer custo e alertam para o risco de os grupos terroristas transformarem o mundo em um grande caos, gerando a morte generalizada de inocentes.


O ator Adam Sandler esteve presente a um dos inúmeros eventos que o consulado de Israel em Los Angeles promoveu para elucidar os acontecimentos no Líbano. No final do encontro, Sandler doou 100 mil dólares e 400 aparelhos de vídeo game às crianças do Sul e do Norte de Israel que sofrem com os ataques de mísseis dos grupos terroristas.

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Cartas para Deus: Correspondências endereçadas ao “Todo Poderoso” são depositadas no Muro das Lamentações
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As cartas vêm de diversas partes do mundo endereçadas a Deus, em Jerusalém, pedindo ajuda, cura ou assistência espiritual. Todos os anos, entre duas e três mil correspondências enviadas por cristãos, judeus e árabes chegam ao Serviço Postal Israelense, que se incumbe de levá-las o mais perto possível do local imaginado pelo remetente: deposita-as no Muro das Lamentações, de onde, acredita-se, serão lidas pelos destinatários.


A última entrega de cartas (feita duas vezes ao ano) aconteceu em 1º de junho. O rabino Shmuel Rabinovitch pessoalmente levou ao Muro das Lamentações quase mil envelopes, escritos em diferentes idiomas, e colocou-os nas fendas da parede sagrada. Em entrevista ao jornal The Jerusalem Post, o diretor do Serviço Postal Israelense, Yossi Sheli, diz que o esforço voluntário de encaminhamento das cartas não é um ato religioso, e sim um compromisso profissional. “Quando se está lidando com correspondência, política e religião não são importantes”, afirma.

Os correios israelenses, já acostumados ao recebimento de cartas para Deus, encaminham todas essas correspondências para o pequeno escritório no distrito de Givat Shaul, de onde seguem para o Muro das Lamentações. Os funcionários vêm notando, no entanto, o crescimento do número de correspondências nos últimos anos. Para o porta-voz do Serviço Postal, Yitzhak Rabihiva, esse aumento pode vir tanto da publicidade dada ao assunto como de um desejo crescente de as pessoas se comunicarem com Deus. Os feriados das diversas religiões, como Natal e Yom Kippur, são as épocas preferidas para o envio dessas mensagens pelos Correios.

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Circo de Jerusalém une jovens judeus e árabes
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Um circo montado em Jerusalém, com jovens judeus e árabes de sete a 19 anos, é exemplo de como uma iniciativa simples pode auxiliar o processo de paz entre os dois povos.

A Jerusalem Circus Association foi idealizada há 11 anos pela professora de arte Elisheva Yortner, judia tunisiana que vive em Israel desde 1984.

O objetivo era que o circo multicultural servisse como exemplo de coexistência pacífica e referência de ponte entre as culturas judaica e árabe. A idéia deu certo.

Em entrevista ao jornal israelense Haaretz, o jovem árabe Abdullah Taha, 19, conta que desde que entrou no circo ganhou diversos amigos judeus. “Melhorei o meu hebraico e aprendi sobre os costumes judaicos.” Seu colega de picadeiro Aaron Tobias, judeu, concorda, afirmando que “o trabalho no circo me apresentou a outras culturas”.

A primeira apresentação do grupo aconteceu em 2000, em uma escola no bairro de Katamon. Mas o Jerusalem Circus ganhou mais notoriedade no início deste mês de junho, quando se apresentou em Berlim, no castelo de Bellevue.

Enquanto aprendem mágicas e malabarismos, as crianças e adolescentes do circo estabelecem laços culturais pouco estimulados pelas autoridades israelenses e árabes. A organização do circo enfatiza que a proposta é proporcionar aos jovens uma oportunidade de se expressar artisticamente e em equipe, buscando um objetivo comum.

> Clique aqui e assista a reportagem da NBC News sobre o Circo de Jerusalém (em inglês)

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